Para diminuir um pouco a presença do futebol neste blog - dado que estamos no Radar do Esporte - esperei até hoje para comentar tumultuada corrida da Malásia da Temporada 2009 da maior categoria do automobilismo mundial, a Fórmula 1. Afinal somente hoje foi possível analisar bem o que ocorreu, com os comentários dos pilotos e dos cartolas.
Quando achamos que péssimos dirigentes mandam no esporte, parece que a referência clara e cristalina se faz ao Brasil. Roubalheira na construção de instalações esportivas, emissoras de televisão manipulando horários de eventos esportivos, cartolas enriquecendo a torto e a direito com dinheiro público sob a égide do esporte.
Não, não é tanto assim na Fórmula 1. Mas é inaceitável que um cartola que nunca dirigiu um carro a 300km/h, possa mandar e desmandar nos horários das corridas sem sequer um senão por parte dos pilotos.
Não sou o maior entendido de geografia no mundo, mas não precisa ser assim tão inteligente para saber que no fim da tarde em zonas equatoriais, chove. Muito. Dessa forma, o autódromo de Sepang ficou intransitável. Piquet disse que não conseguia colocar nem a terceira marcha, ou seja, andar a 140km/h num carro que chega a mais de 300.
Com a chuva torrencial, não foi possível terminar a corrida, pois não havia luz natural. Mas porque diabos isso aconteceu, se as corridas começam entre 13h e 15h (o GP Brasil costuma começar as 15h)? Simples. O senhor Bernie Zé-das-medalhas Ecclestone determinou que a corrida começaria às 17h locais para atender a demanda europeia. Ao fim da chuva, não havia luz natural e portanto, não havia mais corrida.
O resultado foi a esdrúxula divisão por dois dos pontos alcançados, pois não havia sido atingido o percentual necessário para a corrida valer, 2/3 da prova. Assim, temos pilotos com x,5 pontos no campeonato (situação que se repetiu em outras 4 vezes na história, perfazendo menos de 1% das 805 corridas que já ocorreram).
Minha pergunta é simples, os pilotos não têm nenhum poder sobre nada? Nem sobre o horário das provas? Triste. Devolverão metade do valor do ingresso para os torcedores?
Quando achamos que péssimos dirigentes mandam no esporte, parece que a referência clara e cristalina se faz ao Brasil. Roubalheira na construção de instalações esportivas, emissoras de televisão manipulando horários de eventos esportivos, cartolas enriquecendo a torto e a direito com dinheiro público sob a égide do esporte.
Não, não é tanto assim na Fórmula 1. Mas é inaceitável que um cartola que nunca dirigiu um carro a 300km/h, possa mandar e desmandar nos horários das corridas sem sequer um senão por parte dos pilotos.
Não sou o maior entendido de geografia no mundo, mas não precisa ser assim tão inteligente para saber que no fim da tarde em zonas equatoriais, chove. Muito. Dessa forma, o autódromo de Sepang ficou intransitável. Piquet disse que não conseguia colocar nem a terceira marcha, ou seja, andar a 140km/h num carro que chega a mais de 300.
Com a chuva torrencial, não foi possível terminar a corrida, pois não havia luz natural. Mas porque diabos isso aconteceu, se as corridas começam entre 13h e 15h (o GP Brasil costuma começar as 15h)? Simples. O senhor Bernie Zé-das-medalhas Ecclestone determinou que a corrida começaria às 17h locais para atender a demanda europeia. Ao fim da chuva, não havia luz natural e portanto, não havia mais corrida.
O resultado foi a esdrúxula divisão por dois dos pontos alcançados, pois não havia sido atingido o percentual necessário para a corrida valer, 2/3 da prova. Assim, temos pilotos com x,5 pontos no campeonato (situação que se repetiu em outras 4 vezes na história, perfazendo menos de 1% das 805 corridas que já ocorreram).
Minha pergunta é simples, os pilotos não têm nenhum poder sobre nada? Nem sobre o horário das provas? Triste. Devolverão metade do valor do ingresso para os torcedores?
Cara, o Bernie Teixeira Ecclestone tá fazendo trapalhadas atrás de trapalhadas...
ResponderExcluirE o pior, os pilotos estão claramente afinando para ele... uma corrida que se inicia às 17h00 já não tem mínimas condições de terminar com luz natural... imaginem se, na ausência de chuva, tivéssemos 2 ou 3 bandeiras amarelas.
Ah! E se pudesem devolver metade da paciência perdida aos bravos que ficaram de pé/madrugaram pela corrida (aqui no Brasil! acordar as 10h00 lá na Europa é fácil), seria um começo.
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